Açoriana a viver em Leiria, Mariana tem a fotografia como uma das suas atividades favoritas. Conheça algumas das imagens que captou no início do outono.
Há pessoas que aprenderam a reparar em coisas que a maioria de nós não vê. Como é que podemos aprender a fazer o mesmo? Deixe-se inspirar pela história de Luísa Ferreira Nunes, entomóloga e ilustradora de natureza.
Vasco Pedrosa encontrou um pequeno animal no seu quintal em Mirandela, a 22 de Outubro, e pediu para saber qual a espécie. João Gonçalo Soutinho responde.
A leitora Adelheid Seeger fotografou esta ave na Praia de Monte Clérigo, Aljezur, a 21 de Outubro, e pediu ajuda na identificação. Gonçalo Elias responde.
Investigadores da Universidade de Aveiro mapearam as pradarias marinhas da Ria e descobriram uma tendência de recuperação entre os anos de 2005 e 2014.
Quem participou no primeiro bioblitz na Estação da Biodiversidade do Merujal aprendeu a identificar insectos, anfíbios, répteis, morcegos, e até uma aranha.
Pouco mais de metade da superfície terrestre não coberta de gelo permanece relativamente selvagem, mas com o futuro ameaçado, concluíram os cientistas.
O canto da araponga-da-Amazónia, ave que vive nas montanhas no Norte do Brasil, na região da Amazónia, é o mais alto alguma vez registado para um animal.
Por estes dias a diversidade dos bosques naturais manifesta-se pela profusão de cores da folhagem. Miguel Dantas da Gama foi à procura dos sinais de Outono.
Rosário Borges fotografou um cogumelo estranho na cidade do Porto, em Outubro de 2018, e pediu ajuda na identificação da espécie. Ireneia Melo responde.
Um grupo de cientistas defendeu a importância de deixar a madeira morta nas florestas. Aqui ficam cinco espécies para as quais isso fará toda a diferença.
Escrevemos sobre conservação da natureza, naturalistas, Ciência, livros, fotografia e desenho. Damos-lhe sugestões do que não pode perder em cada estação do ano e de como se tornar um perito nas espécies de que mais gosta. E sobre o que pode fazer para ajudar a natureza em Portugal.