Foto: Marta Cavaco
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Espreite em 20 imagens os bastidores da exposição do Grupo do Risco

A exposição com cerca de 1.000 desenhos e fotografias de natureza produzidos por naturalistas portugueses, que mostra a retrospectiva dos 12 anos do Grupo do Risco, está pronta, depois de meses em preparação.

 

A inauguração, que esteve prevista para 12 de Março, foi cancelada por causa do coronavírus e o Museu Nacional de História Natural e da Ciência, em Lisboa, está encerrado até dia 27 de Março.

Enquanto as portas permanecem fechadas, a Wilder mostra-lhe a montagem desta grande exposição naturalista – “Grupo do Risco – Expedições a espaços naturais (2007 – 2019)” – em 20 fotografias, da autoria de Luísa Baeta e Marta Cavaco.

 

Foto: Luísa Baeta

 

Foto: Luísa Baeta

 

Pedro Salgado. Foto: Luísa Baeta

 

Foto: Luísa Baeta

 

Foto: Luísa Baeta

 

Foto: Luísa Baeta

 

Foto: Luísa Baeta

 

Foto: Marta Cavaco

 

Foto: Luísa Baeta

 

Foto: Luísa Baeta

 

Foto: Luísa Baeta

 

Foto: Luísa Baeta

 

Foto: Luísa Baeta

 

Foto: Luísa Baeta

 

Foto: Marta Cavaco

 

Foto: Marta Cavaco

 

Foto: Marta Cavaco

 

Foto: Marta Cavaco

 

Foto: Marta Cavaco

 

Foto: Marta Cavaco

 

[divider type=”thick”]Saiba mais.

Leia a entrevista a Pedro Salgado, coordenador do Grupo do Risco e director artístico da exposição.

Helena Geraldes

Sou jornalista de Natureza na revista Wilder. Escrevo sobre Ambiente e Biodiversidade desde 1998 e trabalhei nas redacções da revista Fórum Ambiente e do jornal PÚBLICO. Neste último estive 13 anos à frente do site de Ambiente deste diário, o Ecosfera. Em 2015 lancei a Wilder, com as minhas colegas jornalistas Inês Sequeira e Joana Bourgard, para dar voz a quem se dedica a proteger ou a estudar a natureza mas também às espécies raras, ameaçadas ou àquelas de que (quase) ninguém fala. Na verdade, isso é algo que quero fazer desde que ainda em criança vi um documentário de vida selvagem que passava aos domingos na televisão e que me fez decidir o rumo que queria seguir. Já lá vão uns anos, portanto. Desde então tenho-me dedicado a escrever sobre linces, morcegos, abutres, peixes mas também sobre conservacionistas e cidadãos apaixonados pela natureza, que querem fazer parte de uma comunidade. Trabalho todos os dias para que a Wilder seja esse lugar no mundo.