Foto: Joana Bourgard

Aves, insetos, flores, hortas e jardins nas oficinas sazonais de verão do Porto

O verão está à espreita e as férias escolares estão quase a começar. O município do Porto oferece de 1 de julho a 6 de setembro oficinas sazonais com muita natureza, jogos e brincadeiras. As inscrições abrem a 3 de junho.

Ao longo de nove semanas, os Jardins do Palácio de Cristal, a Quinta do Covelo e o Parque da Cidade promovem o contacto das crianças com a natureza com atividades para explorar, observar e sentir os jardins, as plantas, os animais e até as hortas da cidade.

São nove as oficinas e destinam-se a crianças dos 6 aos 9 anos ou dos 10 aos 12 anos e vão funcionar das 09h30 às 12h30 e das 14h00 às 16h30.

Entre as várias oficinas incluem-se “Temos flores no jardim…”, “Pequenos jardineiros de verão”, “Aves da nossa cidade” e “Que inseto é este?”. Conheça aqui todas as oficinas, incluindo a data, o local, o público-alvo e uma pequena descrição.

As inscrições para as várias oficinas abrem todas a 3 de junho, às 21h00, prolongando-se até dia 13.

A frequência nas oficinas é gratuita, mediante pré-inscrição obrigatória em formulário online. Os lugares são limitados a 20 participantes, que serão considerados por ordem de entrada, com prioridade a crianças portadoras do Cartão Porto em 50% da lotação da oficina.

Helena Geraldes

Sou jornalista de Natureza na revista Wilder. Escrevo sobre Ambiente e Biodiversidade desde 1998 e trabalhei nas redacções da revista Fórum Ambiente e do jornal PÚBLICO. Neste último estive 13 anos à frente do site de Ambiente deste diário, o Ecosfera. Em 2015 lancei a Wilder, com as minhas colegas jornalistas Inês Sequeira e Joana Bourgard, para dar voz a quem se dedica a proteger ou a estudar a natureza mas também às espécies raras, ameaçadas ou àquelas de que (quase) ninguém fala. Na verdade, isso é algo que quero fazer desde que ainda em criança vi um documentário de vida selvagem que passava aos domingos na televisão e que me fez decidir o rumo que queria seguir. Já lá vão uns anos, portanto. Desde então tenho-me dedicado a escrever sobre linces, morcegos, abutres, peixes mas também sobre conservacionistas e cidadãos apaixonados pela natureza, que querem fazer parte de uma comunidade. Trabalho todos os dias para que a Wilder seja esse lugar no mundo.