Para este técnico do ICNF de 50 anos que reside em Mogadouro, Bragança, o esforço de acordar antes do nascer do sol para participar nos censos de aves é "amplamente recompensado".
Uma vez por mês, faça uma caminhada pela praia e contribua para o aumento da informação sobre as principais ameaças ao ecossistema marinho, apela a SPEA.
Para esta bióloga de 40 anos, residente na área metropolitana do Porto, a identificação das diferentes espécies "começou como um jogo enquanto crescia". "Com o passar dos anos tornou-se um bocadinho mais sério, mas
Estudante de Doutoramento em Biologia pela Universidade de Évora, diz que nestas experiências como voluntário "há sempre coisas fascinantes ao virar da esquina".
Começou a interessar-se pelas aves há cerca de um ano. "Hoje identifico centenas de espécies, seja visualmente seja pelo canto, e a minha vida tornou-se infinitamente mais interessante!", contou à Wilder.