Os animais foram libertados depois de um período de cativeiro nas instalações do IPMA, para avaliar a taxa de sobrevivência quando são apanhados em redes de tresmalho.
Especialistas e investigadores em tubarões enviaram uma carta pública ao comissário europeu do Ambiente, Oceano e Pescas, Virginijus Sinkevičius, exigindo "medidas urgentes e cruciais".