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Como funciona uma árvore? Descubra no Parque da Cidade do Porto

10.08.2022
leitura de 1 minuto

Abrem hoje, dia 10 de Agosto, às 21h00, as inscrições para uma oficina de verão dos serviços municipais de Educação Ambiental do Porto. “Como funciona uma árvore” é o tema da actividade que vai decorrer no Centro de Educação para a Sustentabilidade do Núcleo Rural – Parque da Cidade entre 29 de Agosto e 2 de Setembro.

Entre 29 de Agosto e 2 de Setembro vai ser possível obter uma resposta à pergunta “Como funciona uma árvore?”. A atividade é dirigida a crianças entre os 10 e os 12 anos e terá as árvores como protagonistas.

O ponto de partida passa por começar a descobrir as árvores em percursos pelo Parque da Cidade e conhecer as diferentes espécies e as suas características principais: “Como é o tronco? Qual a forma das folhas? Qual é o seu fruto? Para que servem as raízes?”

Através de jogos sensoriais, pesquisa, expressão plástica e representação, os participantes vão encontrar as respostas a essas e outras perguntas.

As inscrições para esta oficina abrem hoje, dia 10 de agosto, às 21 horas, aqui. As inscrições são realizadas exclusivamente online, são gratuitas mas sujeitas a reserva prévia.

A lotação é limitada a 25 participantes. As crianças portadoras do cartão Porto têm prioridade em 50% das inscrições.

Helena Geraldes

Sou jornalista de Natureza na revista Wilder. Escrevo sobre Ambiente e Biodiversidade desde 1998 e trabalhei nas redacções da revista Fórum Ambiente e do jornal PÚBLICO. Neste último estive 13 anos à frente do site de Ambiente deste diário, o Ecosfera. Em 2015 lancei a Wilder, com as minhas colegas jornalistas Inês Sequeira e Joana Bourgard, para dar voz a quem se dedica a proteger ou a estudar a natureza mas também às espécies raras, ameaçadas ou àquelas de que (quase) ninguém fala. Na verdade, isso é algo que quero fazer desde que ainda em criança vi um documentário de vida selvagem que passava aos domingos na televisão e que me fez decidir o rumo que queria seguir. Já lá vão uns anos, portanto. Desde então tenho-me dedicado a escrever sobre linces, morcegos, abutres, peixes mas também sobre conservacionistas e cidadãos apaixonados pela natureza, que querem fazer parte de uma comunidade. Trabalho todos os dias para que a Wilder seja esse lugar no mundo.

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