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Leitores: A natureza em outubro, vista por Mariana Reis

28.10.2026
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Açoriana a viver em Leiria, Mariana tem a fotografia como uma das suas atividades favoritas. Conheça algumas das imagens que captou no início do outono.

“Chamo-me Mariana, tenho 37 anos, e sou uma açoriana a viver no continente. Sou licenciada em Psicologia e formada em Etologia (Comportamento Animal). Pretendo prosseguir os meus estudos de mestrado na área de Biologia. Adoro fotografar, escrever, nadar, fazer caminhadas, e estar rodeada de animais”, escreveu Mariana Reis, numa mensagem enviada à Wilder.

Fique a conhecer alguns retratos de natureza que esta naturalista fez recentemente, bem no começo desta estação do ano.

Rebento de amieiro (Alnus sp.). Foto: Mariana Reis
Rebento de amieiro na base da árvore (Alnus sp.). Foto: Mariana Reis
Tronco fendido de amieiro (Alnus sp.). Foto: Mariana Reis
A luz do Outono, fotografada numa zona de mata próxima do sítio onde vivo, nas proximidades de Leiria. Foto: Mariana Reis
Viburno / Folhado (Viburnum tinus), fotografado em setembro. Foto: Mariana Reis
Espinhos do pilriteiro (Crataegus monogyna). Foto: Mariana Reis
Chicória (Cichorium intybus). Foto: Mariana Reis
Folha de amieiro (Alnus sp.). Foto: Mariana Reis
Soagem (Echium plantagineum). Foto: Mariana Reis

Helena Geraldes

Sou jornalista de Natureza na revista Wilder. Escrevo sobre Ambiente e Biodiversidade desde 1998 e trabalhei nas redacções da revista Fórum Ambiente e do jornal PÚBLICO. Neste último estive 13 anos à frente do site de Ambiente deste diário, o Ecosfera. Em 2015 lancei a Wilder, com as minhas colegas jornalistas Inês Sequeira e Joana Bourgard, para dar voz a quem se dedica a proteger ou a estudar a natureza mas também às espécies raras, ameaçadas ou àquelas de que (quase) ninguém fala. Na verdade, isso é algo que quero fazer desde que ainda em criança vi um documentário de vida selvagem que passava aos domingos na televisão e que me fez decidir o rumo que queria seguir. Já lá vão uns anos, portanto. Desde então tenho-me dedicado a escrever sobre linces, morcegos, abutres, peixes mas também sobre conservacionistas e cidadãos apaixonados pela natureza, que querem fazer parte de uma comunidade. Trabalho todos os dias para que a Wilder seja esse lugar no mundo.

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