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Imaginature: Mário Cunha é o Fotógrafo de Paisagem 2025

20.11.2025
leitura de 1 minuto
Foto: Mário Cunha

Mário Cunha, 39 anos, é este ano o grande vencedor do  Imaginature: Fotógrafo de Paisagem do Ano 2025, com as suas fotografias da Serra da Estrela e das paisagens do Minho.

O Imaginature – XI Festival de Fotografia de Paisagem, que se realizou a 16 e 17 de novembro em Manteigas, escolheu como Fotógrafo de Paisagem do Ano Mário Cunha.

O fotógrafo português formado em biologia, que desde 2019 se dedica em exclusivo à fotografia de natureza e paisagem, arrecadou pela segunda vez este prémio, depois de ter vencido o mesmo concurso em 2023.

Rio Coura, que desagua na margem esquerda do Minho. Foto: Mário Cunha
Mata da Albergaria, em Terras de Bouro, no Parque Nacional da Peneda-Gerês. Foto: Mário Cunha
Paisagem de neve no Covão d’Ametade, Parque Natural da Serra da Estrela. Foto: Mário Cunha
Lagoa do Vale da Candeeira e Cântaros, Parque Natural da Serra da Estrela. Foto: Mário Cunha

“O prémio reconhece o autor que, em várias categorias, apresente o conjunto mais consistente e expressivo de imagens, refletindo excelência e diversidade técnica, sensibilidade estética e coerência na forma como interpreta a paisagem natural”, anunciou a organização do festival, que realça também a forma como Mário Cunha “traduz o espírito dos lugares através da luz, da atmosfera e da relação íntima entre ser humano e natureza”.

“Este prémio é um estímulo para continuar a olhar a paisagem portuguesa com atenção, respeito e emoção”, reagiu Mário Cunha, que é natural da Póvoa do Varzim. “A fotografia é, para mim, uma forma de diálogo com o território — uma tentativa de compreender e celebrar o que de mais bonito Portugal tem para oferecer.”

Além da prática artística, promove workshops, expedições fotográficas e formação online, incentivando uma ligação mais consciente com a natureza. O seu portefólio completo está disponível aqui.


Inês Sequeira

Trabalhei 14 anos na secção de Economia do jornal Público. Juntamente com a Helena Geraldes e a Joana Bourgard, em 2015 ajudei a fundar a Wilder, onde me sinto como “peixe na água”. Escrevo sobre plantas, animais, espécies comuns e raras, ciência, conservação, políticas ambientais e naturalistas. Aprendo e partilho algo novo todos os dias.

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