Borboleta-cauda-de-andorinha. Foto: Uoaei1/WikiCommons

Que espécie é esta: borboleta-cauda-de-andorinha

24.09.2019

A leitora Patrícia Malta Dias fotografou esta borboleta a 26 de Agosto na praia de Carcavelos e quis saber qual a espécie a que pertence. Albano Soares responde.

A espécie que observou é uma borboleta-cauda-de-andorinha (Papilio machaon).

Espécie identificada por: Albano Soares, Rede de Estações da BiodiversidadeTagis – Centro de Conservação das Borboletas de Portugal.

Esta é uma borboleta que ocorre em todo o território de Portugal Continental. Vive em prados, encostas floridas, terrenos incultos e jardins.

É amarela com nervuras e bandas negras na asa anterior e azuis na asa posterior, terminando numa cauda pontiaguda.

Tem uma envergadura de asa entre os 60 e os 80 milímetros.

O adulto pode ser observado de Fevereiro a Dezembro. Aqui pode ver como são as lagartas desta espécie de borboleta.


Agora é a sua vez.

Encontrou um animal ou planta que não sabe a que espécie pertence? Envie para o nosso email a fotografia, a data e o local. Trabalhamos com uma equipa de especialistas que o vão ajudar.

Explore a série “Que espécie é esta?” e descubra quais as espécies que já foram identificadas, com a ajuda dos especialistas.

Helena Geraldes

Sou jornalista de Natureza na revista Wilder. Escrevo sobre Ambiente e Biodiversidade desde 1998 e trabalhei nas redacções da revista Fórum Ambiente e do jornal PÚBLICO. Neste último estive 13 anos à frente do site de Ambiente deste diário, o Ecosfera. Em 2015 lancei a Wilder, com as minhas colegas jornalistas Inês Sequeira e Joana Bourgard, para dar voz a quem se dedica a proteger ou a estudar a natureza mas também às espécies raras, ameaçadas ou àquelas de que (quase) ninguém fala. Na verdade, isso é algo que quero fazer desde que ainda em criança vi um documentário de vida selvagem que passava aos domingos na televisão e que me fez decidir o rumo que queria seguir. Já lá vão uns anos, portanto. Desde então tenho-me dedicado a escrever sobre linces, morcegos, abutres, peixes mas também sobre conservacionistas e cidadãos apaixonados pela natureza, que querem fazer parte de uma comunidade. Trabalho todos os dias para que a Wilder seja esse lugar no mundo.

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