Calendário Wilder 2020

Actualização: O Calendário Wilder 2020 encontra-se esgotado.

Para o ano de 2020 criámos um calendário inspirado nas espécies de plantas, animais e fungos de Portugal. E com os dias mais especiais dedicados à Natureza, de Janeiro a Dezembro.

O primeiro calendário Wilder quer homenagear os cidadãos naturalistas curiosos. Mais concretamente, as centenas de pessoas que nos têm perguntado o nome do animal, da planta ou do fungo que viram na sua localidade, num passeio ou até mesmo em casa, através do Que Espécie É Esta.

Para 2020 seleccionámos 12 das melhores imagens que recebemos, captadas por 12 leitores naturalistas.

Com a ajuda de uma rede de especialistas, a Wilder já identificou 243 espécies diferentes.

Ao longo dos últimos dois anos, já foram identificadas 28 borboletas, 14 escaravelhos, 10 aranhas, 2 lesmas, 25 aves, 46 flores, 11 cogumelos e fungos, 15 árvores e arbustos, 13 répteis, 4 mamíferos, 4 anfíbios, 9 espécies que vivem nos rios e nos mares e inúmeras abelhas e vespas, grilos, gafanhotos e percevejos.  

Características do Calendário Wilder 2020:

Gramagem: 170gr

Impressão: Papel 100% reciclado com certificação FSC®. Impresso em Portugal.

Tamanho: A4

Preço: 15 euros + portes de envio.

Opções de envio: Em Portugal, a partir de 3,35€ (correio registado).

Para quantidades maiores ou para o estrangeiro, coloque as suas dúvidas por email que informaremos sobre o valor dos portes de envio caso a caso.

Forma de pagamento: Transferência Bancária (comprovativo de pagamento deverá ser enviado por mensagem para o email [email protected])

IBAN: PT50 0065 0921 00292540000 25

Enviaremos o calendário por correio. Para isso precisamos que nos envie o seu nome, morada e número de identificação fiscal, igualmente por email.

Ao comprar este calendário está a contribuir directamente para o trabalho da Wilder, revista online independente dedicada ao jornalismo de natureza.

Joana Bourgard

Estudei fotografia e sou jornalista desde 2007. Comecei como fotojornalista e a partir de 2010 que uso principalmente o formato multimédia. A minha relação com a Natureza não é “desde sempre”. Nasci e cresci em Lisboa. Durante a infância e adolescência, o meu contacto com o campo limitava-se às férias de Verão passadas numa quinta. O medo de abelhas, aranhas ou cigarras fez parte do meu crescimento. Comecei a aproximar-me da nossa biodiversidade quando ganhei consciência do desaparecimento iminente de algumas espécies do nosso território como consequência directa da ação humana provocada pelo medo e desconhecimento. Em 2015, a Helena Geraldes surgiu com uma proposta difícil de recusar: fazer parte de um novo projecto de comunicação de Natureza, em conjunto com a jornalista Inês Sequeira. Depois de alguns meses a trabalhar em ideias e conceitos, finalmente surgiu o nome: Wilder. E demos início a este projecto com vista a aproximar as pessoas da natureza e da biodiversidade. É um enorme privilégio poder mostrar a importância do mundo natural através de quem o estuda e protege. Comecei a trabalhar no Jornal de Notícias, passei pelo Público e atualmente, para além de fotojornalista da Wilder, sou jornalista multimédia na Rádio Renascença.