Trazemos-lhe as notícias, as histórias e o que há de melhor para ver na natureza. Saiba como ser um naturalista.
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Inês Sequeira
Trabalhei 14 anos na secção de Economia do jornal Público. Juntamente com a Helena Geraldes e a Joana Bourgard, em 2015 ajudei a fundar a Wilder, onde me sinto como “peixe na água”. Escrevo sobre plantas, animais, espécies comuns e raras, ciência, conservação, políticas ambientais e naturalistas. Aprendo e partilho algo novo todos os dias.
Os dados recolhidos no âmbito desta iniciativa de ciência cidadã já permitiram chegar a vários resultados interessantes. Com a ajuda de Eva Monteiro, que coordena este projecto, a Wilder dá-lhe a conhecer algumas descobertas.
Os voluntários nos Censos de Borboletas de Portugal já registaram muitos milhares de observações, que ajudam a traçar o retrato destes insectos no país. Os resultados vão ser objecto de um balanço este fim-de-semana
Estão a ser plantados milhares de castanheiros nas montanhas da região para alimentar os ursos, como resposta aos efeitos da subida das temperaturas sobre os frutos silvestres que estes grandes mamíferos comem.
Uma equipa que incluiu investigadores portugueses encontrou diferenças importantes entre as cobras e outros répteis, na forma como descartavam dentes antigos, e confirmou que essas características já existiam no tempo dos dinossauros.
Uma equipa de investigadores determinou quais são os critérios principais que determinam se projectos de 'rewilding' com grandes predadores vão ser bem sucedidos.
Centenas de voluntários envolveram-se num projeto que ajudou os cientistas e recolherem mais informação sobre a idade e as causas de morte destes mamíferos insectívoros.
É no frio de Fevereiro, ou mesmo antes, que a maioria das aves desta espécie dá início ao período de reprodução e começa a fazer a corte. A Wilder falou com Inês Roque, da
O primeiro censo nacional de coruja-das-torres começa agora em Fevereiro e prolonga-se até ao final de Junho. Saiba porque é tão importante e como pode participar.