PUB

Disponíveis 4,7 milhões de euros para preparar intervenções de proteção do litoral

09.10.2026
leitura de 1 minuto
Foto: Otávio Nogueira/Wiki Commons

Financiamento anunciado esta sexta-feira pelo Ministério do Ambiente aceita candidaturas até janeiro de 2027, no âmbito do programa Sustentável 2030.

O Sustentável 2030, programa de ação climática e sustentabilidade que mobiliza os apoios europeus do Fundo de Coesão na área do Ministério do Ambiente e Energia, disponibiliza 4,7 milhões de euros a partir desta sexta-feira, 9 de outubro, para ações que contribuam para “melhorar o conhecimento sobre a evolução da costa portuguesa e preparar intervenções prioritárias de proteção e defesa do litoral em todo o país”, anunciou o gabinete da ministra da tutela, numa nota de imprensa.

Em causa está a “elaboração de estudos, planos e projetos, bem como a monitorização da costa, permitindo antecipar riscos e fundamentar as intervenções necessárias”, acrescenta o gabinete de Maria da Graça Carvalho, que detalha que as ações previstas incluem “a recolha, o tratamento e a análise de informação sobre a evolução das praias, dunas, fundos submarinos próximos da costa e arribas” e que estes apoios se estendem a “planos, projetos e estudos de proteção costeira e estuarina, incluindo a identificação e a caracterização dos riscos que afetam as zonas costeiras”.

“Proteger o litoral exige conhecer melhor a evolução da nossa costa e preparar atempadamente as intervenções necessárias. Este financiamento permitirá identificar os riscos, definir prioridades e desenvolver projetos para proteger as populações, os bens e os ecossistemas costeiros”, afirma a ministra do Ambiente e Energia, citada na nota de imprensa.

Estas ações deverão enquadrar-se no Plano de Ação Litoral XXI ou no documento que o venha a substituir, de acordo com o Ministério do Ambiente. O objetivo é preparar as intervenções prioritárias de proteção e defesa do litoral, para que possam ser concretizadas a médio prazo.

As regras divulgadas prevêem que os novos apoios poderão cobrir até 85% do valor das ações previstas. As candidaturas, dirigidas à Agência Portuguesa do Ambiente, poderão realizar-se entre outubro de 2026 e janeiro de 2027, e abrangem as regiões do Norte, Centro, Área Metropolitana de Lisboa, Alentejo e Algarve.


Saiba mais.

Consulte aqui a informação oficial relativa a este aviso.

Inês Sequeira

Trabalhei 14 anos na secção de Economia do jornal Público. Juntamente com a Helena Geraldes e a Joana Bourgard, em 2015 ajudei a fundar a Wilder, onde me sinto como “peixe na água”. Escrevo sobre plantas, animais, espécies comuns e raras, ciência, conservação, políticas ambientais e naturalistas. Aprendo e partilho algo novo todos os dias.

Não perca