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Ajude a escolher a Árvore Portuguesa do Ano 2026

03.12.2025
leitura de 1 minuto
Foto: Joana Bourgard

As votações abriram hoje, dia 3 de dezembro, para a escolha da árvore que vai representar Portugal na edição europeia do concurso Tree of the Year.

O objetivo do concurso é “destacar a importância das árvores antigas na herança cultural e natural” e “não se foca apenas na beleza, no tamanho ou na idade da árvore, mas sim na sua história e relações com as pessoas”, explica a União da Floresta Mediterrânea (UNAC), a entidade que organiza o evento em Portugal.

Este ano estão nesta corrida a araucária do Parque Terra Nostra (Furnas, Açores); um plátano em Viseu conhecido como a Árvore do Tanque; um cedro-do-oregão conhecido como Árvore Mãe da Casa de Mateus (Vila Real); uma árvore-da-borracha-australiana (Ponta Delgada); a azinheira da Póvoa (Bragança/Miranda do Douro); uma canforeira (Coimbra); o carvalho de Calvos (Braga/Póvoa de Lanhoso); o cedro de Runa (Torres Vedras); o cedro do Noval (Alijó) e um tulipeiro da Virgínia em Braga.

A árvore com mais votos irá representar Portugal no concurso europeu Tree of the Year 2026. Quem quiser pode votar até dia 7 de janeiro às 16h59. O vencedor será anunciado a 12 de janeiro.

Em 2025, a árvore vencedora foi a Figueira dos Amores, em Coimbra.

Pode ler aqui as histórias das dez árvores nacionais que estão a concurso e votar na sua preferida.

Helena Geraldes

Sou jornalista de Natureza na revista Wilder. Escrevo sobre Ambiente e Biodiversidade desde 1998 e trabalhei nas redacções da revista Fórum Ambiente e do jornal PÚBLICO. Neste último estive 13 anos à frente do site de Ambiente deste diário, o Ecosfera. Em 2015 lancei a Wilder, com as minhas colegas jornalistas Inês Sequeira e Joana Bourgard, para dar voz a quem se dedica a proteger ou a estudar a natureza mas também às espécies raras, ameaçadas ou àquelas de que (quase) ninguém fala. Na verdade, isso é algo que quero fazer desde que ainda em criança vi um documentário de vida selvagem que passava aos domingos na televisão e que me fez decidir o rumo que queria seguir. Já lá vão uns anos, portanto. Desde então tenho-me dedicado a escrever sobre linces, morcegos, abutres, peixes mas também sobre conservacionistas e cidadãos apaixonados pela natureza, que querem fazer parte de uma comunidade. Trabalho todos os dias para que a Wilder seja esse lugar no mundo.

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